Cau
Guanabara
Acredito em uma astrologia voltada ao autoconhecimento. Minha interpretação não busca apenas confirmar qualidades ou reforçar a imagem que temos de nós mesmos, mas lançar luz sobre potenciais, dificuldades e oportunidades de desenvolvimento. Não faço previsões; foco em esclarecer pontos de atrito e buscar caminhos para uma experiência mais completa e satisfatória. É uma interpretação voltada para quem deseja se conhecer melhor e está disposto a olhar para si mesmo com honestidade.
Entrar em contatoSobre mim
Comecei na astrologia lá pelos vinte e poucos anos, estudando com o astrólogo e amigo André Barros. Depois de uns 2 anos de aulas, eu e ele começamos juntos a estudar com a Claudia Lisboa e senti que a astrologia fazia sentido para mim de uma forma muito natural, como se eu estivesse retomando algo que já conhecia. Dez anos se passaram entre meus estudos e um período em que fiz mapas, dei palestras e cursos, até que um outro interesse passou a frente e me tornei programador.
O fato é que me sentia despreparado, não no conhecimento astrológico, mas no trato com os clientes. As pessoas chegavam com seus problemas esperando soluções mágicas - o que é normal, aliás, mas isso me pegava de um jeito que me incomodava um pouco além do suportável. Minha leitura era interessante, mas o que eu sentia era que na verdade eu não estava ajudando de fato, que meu mapa era apenas uma curiosidade.
Quase trinta anos se passaram até que a astrologia voltasse a ocupar um espaço importante na minha vida. Digo isso porque quando ela chegou, foi assim mesmo que me senti, como se eu estivesse reencontrando algo que havia ficado adormecido por muito tempo. Mas a certeza de que isso precisava ser útil e a sensação contraditória de que eu não conseguia fazer astrologia de forma realmente útil, acabaram por me afastar. Hoje, com quase sessenta anos, me sinto mais preparado para ajudar pessoas e, no meu ritmo, tenho voltado à astrologia. Voltei a fazer mapas e descobri duas coisas. Primeiro, que aquele conhecimento que adiquiri ainda está aqui, mas que agora ele vem mesclado com toda uma experiência vivida em várias áreas, que minha formação espírita e todo o resto da minha vida se misturaram a ele, dando origem a uma nova forma de olhar pra prática da astrologia. A segunda tem a ver com essa realidade que vivemos hoje, em que a tecnologia nos atropela e confunde. Percebi também que, embora a tecnologia traga benefícios enormes, ela contribui para um ritmo de vida cada vez mais acelerado e confuso. A astrologia, para mim, oferece um contraponto a isso: um espaço de reflexão, escuta e autoconhecimento. Nunca as pessoas estiveram tão perdidas e voltar a ser um terapeuta tem sido um alívio. Hoje sinto que consigo contribuir de uma forma mais madura e consistente. E acredito que o bom trabalho nasce dessa ótima sensação de fazer o que se ama.
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